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Gleba terá megaempreendimento imobiliário na zona oeste de S. José

Depois do cancelamento do projeto do World Trade Center, o terreno de 550 mil m² na região oeste de São José dos Campos é alvo de projeto imobiliário, com residências, pontos comerciais e 114 mil m² em duas áreas verdes

Após ser cotado para abrigar uma filial do World Trade Center, o terreno de 550 mil metros quadrados no Jardim Aquarius, na região oeste de São José dos Campos, vai virar um megaempreendimento imobiliário.

O espaço contará com duas áreas verdes que somarão 114 mil m². Uma delas terá lago e vegetação nativa e a outra, espaço de lazer com o dobro da praça Ulisses Guimarães, também no Aquarius.

“E tudo será aberto à população. A cidade vai ganhar com essas áreas”, diz o arquiteto e urbanista Arlindo Regis de Oliveira Junior, 61 anos, autor do projeto. “Fiz para meu cliente, mas também pensando como cidadão”. Segundo ele, cerca de 50% do terreno será destinado a áreas públicas, incluindo lotes para uso institucional (unidade de saúde, escola e base policial), ruas e avenidas com 28 metros de largura.

Outras duas áreas serão doadas à prefeitura e poderão integrar, futuramente, um complexo ligado à Arena Municipal, na Via Oeste, obra em fase de retomada. Mestre em Planejamento Urbano, Oliveira conta ter empenhado mais de um ano no projeto do empreendimento, que terá lotes para construção de casas e pontos comerciais. A gleba pertence à CTH Empreendimentos, de São Paulo, que a comprou das construtoras que desistiram do World Trade por não conseguir modificar a Lei de Zoneamento. Oliveira diz que fez o oposto. Criou o projeto respeitando a atual legislação, mas com capacidade para se adequar a eventuais mudanças nas normas, como a construção de prédios e outras estruturas.

“A lei hoje permite residência e comércio. Pode ter escritório, padaria, mercado, açougue e outros. Mantive essa concepção. As cidades estão se voltando para ter estrutura nos bairros, e não precisar se deslocar”, afirma o arquiteto. Segundo ele, os lotes residenciais funcionarão como mini condomínios de residências, com áreas a partir de 250 m² que poderão abrigar até 10 moradias, como casas térreas ou sobrados. Oliveira explica que o projeto é flexível. Caso a legislação mude e permita prédios naquela área, o empreendedor poderá unir lotes e erguer torres. “Dimensionei o projeto pensando na ocupação máxima que a área poderá ter em 10 anos, com toda a infraestrutura para suportar a capacidade máxima”.

 

Fonte: Jornal O Vale / Xandu Alves

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